Tecnologia | 31/10/2019

Software Agisoft metashape: quais são as suas principais atualizações?

Estamos na Era Digital e é preciso atualizar-se com os principais sistemas informatizados e equipamentos do mercado. As evoluções da tecnologia avançam cada vez mais rápido. Os profissionais precisam se preparar para essas mudanças e softwares com novas funcionalidades. Isso realça a importância de contar com hardwares robustos de alta capacidade de processamento. Diante disso, entender um pouco mais sobre as funcionalidades do Agisoft metashape pode evitar muitos problemas e facilitar os seus projetos.

Os softwares de processamento de imagens são uma tecnologia exponencial com alto valor agregado. Com isso, é possível processar imagens aéreas de drones e criar bases de dados cartográficas de terrenos já mapeados. Esse é um investimento que pode trazer retornos consideráveis para o seu negócio. Ficou interessado no assunto? Então confira agora as principais atualizações do Agisoft metashape. Venha conosco e boa leitura!

O que é o Agisoft metashape?

É um produto que realiza o processamento fotogramétrico de imagens digitais e consegue gerar dados espaciais em 3D. Pode-se usar essas informações em sistemas de geoprocessamento, documentações e computação gráfica. Para tanto, utiliza-se técnicas do aprendizado de máquina e inteligência artificial. Assim, pode-se usar essa tecnologia de ponta para otimizar processos e aumentar a produtividade das suas equipes.

O Agisoft metashape consegue processar imagens multi-espectrais e de câmeras RGB. Dessa forma, é possível incluir os sistemas de câmera múltipla, nuvem com pontos densos, orto-mosaicos georreferenciados e modelos poligonais texturizados. Já na parte do pós-processamento, você consegue eliminar sombras e artefatos de de textura dos moldes, estimar os índices de vegetação, classificar automaticamente as nuvens e levantar dados para mapear as ações com equipamentos agrícolas.

Em quais áreas você pode usar o Agisoft metashape?

Bem, a solução Agisoft metashape se aplica em vários cenários para processamento gráfico de imagens. Entretanto, para aproveitar todas essas potencialidades com eficiência, é legal você conhecer um pouco mais sobre os tipos de processadores. Nesse caso, contar com a ajuda de técnicos especialistas pode ser interessante para saber a melhor configuração dos equipamentos. As principais áreas de aplicação desse software são:

  • Construção;
  • Topografia;
  • Arquitetura;
  • Mineração;
  • Arqueologia.

Na parte de construção, você consegue modelos 3D foto-realistas bem detalhados, cálculos de DTMs e orto-mosaicos de alta resolução. Na topografia, pode-se processar muitas fotos sem precisar enviar os dados para empresas externas. No ramo da arquitetura, existe o suporte de imagens oblíquas para remodelar edifícios e simular passeios virtuais.

Na mineração, consegue-se detectar automaticamente objetivos não codificados e rastrear mudanças de volume, estudos glaciais e erosões no solo. Por fim, na arqueologia, você pode usar qualquer câmera digital menos robusta.

Algumas mudanças ocorreram nos códigos-fontes do software Agisoft metashape. A ideia foi torná-lo mais eficientes para os seus usuários. Confira agora as 4 principais alterações nas funcionalidades dessa solução.

1. Classificação automática de nuvens densas de múltiplas classes

O sistema da Agisoft Metashape usa técnicas de aprendizagem de máquina para interpretar dados digitalizados. Para tanto, aplica-se a classificação semântica automática nos grupos de pontos fotogramétricos para vegetações, superfícies, construções, estradas e carros. A ideia foi melhorar os dados de treinamento rotulados manualmente.

2. Opção de processamento de nuvem

Essa atualização serve para os sistemas multi-GPU e processadores multi-core. Com isso, consegue-se resultados mais rápidos. O processamento distribuído em clusters de alta performance acelera os cálculos para as grandes massas de dados. O objetivo foi alcançar os usuários que não pretendem investir na infra de hardware.

3. Geração de malhas detalhadas via mapas de profundidade

O novo método de geração de malhas permite aos usuários reconstruírem as geometrias mais detalhadas. Para tanto, o Agisoft Metashape integra as informações disponíveis com os dados dos mapas de profundidade. O suporte de GPU reduziu os tempos de processamento e o consumo de memória.

4. Reconstrução de modelos com máscara volumétrica

A ideia desse novo método de reconstrução é conseguir lidar com estruturas finas para melhorar os resultados. Para isso, o Agisoft Metashape usa as funções de mascaramento volumétrico estrito. Dessa forma, você consegue reformular modelos poligonais com os mapas de profundidade.

Enfim, essas são as 4 atualizações do Agisoft Metashape. Isso reforça a importância dos computadores workstations para rodar softwares desse porte. Gostou do texto? Então aproveite para entender mais sobre o assunto e conheça o Agisoft Photoscan.

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