Hardware | 28/04/2020

Workstation para trabalhar: saiba como escolher

Escolher uma workstation para trabalhar pode ser o diferencial entre ter ou não uma boa produtividade. Embora as pequenas e médias empresas, com um orçamento limitado para novos investimentos, tendam a buscar o menor preço, no fim das contas, se a escolha for mal feita, o barato pode sair caro. Na hora de escolher a sua workstation para trabalhar, foque na sua atividade e não apenas em valores.

É importante pensar na aquisição de uma workstation como um investimento futuro, ou seja, você precisa de uma máquina que entregue o melhor desempenho e que tenha longevidade. A tecnologia evolui exponencialmente a cada ano e se você escolher uma máquina apenas pelo preço, com configurações que sejam capazes de atender dentro de um limite, provavelmente seu computador se tornará obsoleto rapidamente.

Fizemos este conteúdo para ajudá-lo na missão de escolher uma máquina potente, que atenda as suas necessidades por um longo período. Nele, trazemos algumas dicas para que você faça a melhor escolha. Confira!

 

Quais características um workstation precisa ter para ser eficiente?

Montar uma workstation perfeita, que entregue o que você precisa, não é uma tarefa das mais fáceis. Para fazer isso, você precisa entender como diferentes componentes afetam o desempenho da máquina de acordo com tarefas específicas.

Os componentes que você deve priorizar na hora de fazer análise de desempenho são a CPU (processador), a unidade de processamento gráfico (GPU), a memória RAM e o HD. Vamos analisar cada um a seguir. Confira!

CPU — Processador

A escolha do processador deve visar a frequência da CPU, que representa a sua velocidade, e o número de núcleos. Geralmente, as workstation variam de 6 a 36 núcleos e até 72 threads. A velocidade é medida em GHz, essa velocidade pode variar entre 3.9GHz e 5.0 GHz.

Processadores com menos núcleos permitem uma frequência maior, enquanto os que apresentam mais núcleos são executados em frequências mais baixas. Porém, isso não significa que um seja melhor do que o outro, apenas que eles são ideais para trabalhos diferentes.

Por exemplo, a criação e manipulação de objetos 3D, com a utilização de aplicativos como SolidWorks, 3ds Max e Maya precisam de processadores com frequência mais alta, enquanto os aplicativos de renderização e simulação, necessitam de mais núcleos para obter desempenho máximo. Os modelos Intel Xeon têm até 36 núcleos e 72 threads, sendo ótimas escolhas para renderização e simulações.

Unidade de processamento gráfico — GPU

A unidade de processamento gráfico é um componente que amplia a capacidade gráfica da workstation. Esse componente é responsável ​​por configurar polígonos e aplicar iluminação, textura e cor a uma imagem 3D.

A Nvidia e a AMD são as principais fabricantes de placas com nível profissional, feitas para aguentar as mais exigentes cargas de trabalho. Essas placas foram projetadas para funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, no pico da carga de trabalho, sem falhas.

Memória RAM

Uma pessoa não precisa ser expert em hardware para entender a importância que a memória RAM tem para um bom desempenho de uma máquina. Estamos falando de um componente que faz já faz parte do ideário popular quando o assunto é os computadores. São essas peças que permitem que você faça várias tarefas sem ficar atolado.

Em uma workstation básica, é recomendável ter pelo menos 32 GB de RAM. Para tarefas como tratamento de grandes conjuntos de dados, texturas em gráficos 3D, edição de vídeo em 4k, cenas grandes com muitos polígonos e design de produtos complexos, a exigência é bem maior.

Uma regra prática é ter um buffer — reserva de memória — de 25% do uso de RAM ao executar trabalhos muito intensos — ou seja, não dá para trabalhar no limite.

Armazenamento — HD ou SSD

Os HDs ainda são a principal alternativa para o armazenamento de grandes volumes de dados internos em um computador. É a solução que apresenta o melhor custo-benefício, apesar de não entregar o mesmo desempenho que um SSD.

Usar SSDs otimiza a leitura de dados e reduz o tempo de busca em cerca de quatro a cinco vezes em relação aos HDs. Essa velocidade aumentada pode ter um impacto notável na produtividade.

Porém, apesar de ter se tornado acessível em relação ao custo, a tecnologia SSD, quando comparado aos HDs, ainda é bem mais cara. O mesmo valor que você gastaria montando uma workstation com 14 TB em um HD convencional seria o suficiente para obter apenas 2 TB com um SSD. Em uma máquina mais robusta, pagando o mesmo preço, a diferença pode ficar em 42 TB com HD e 4TB em SSD.

Nesse cenário, cabe ao usuário analisar a sua atividade profissional e definir a quantidade de armazenamento que necessita para, depois, definir a tecnologia a ser utilizada.

Como comprar a minha workstation para trabalhar?

Como já sabemos, uma workstation deve ser personalizada de acordo com a atividade que cada profissional exerce. Por isso, a escolha da empresa que fornecerá a máquina é tão importante quanto a definição dos componentes.

É essencial que a empresa parceira seja capaz de indicar os melhores recursos de acordo com a demanda do cliente. Isso significa que, antes de oferecer qualquer produto acabado, a organização deve ter um roteiro para alinhar o produto às expectativas do usuário. Esse roteiro pode ser feito da seguinte forma:

  • conhecimento sobre sua necessidade, o momento em que o profissional especializado identifica o que você necessita para manter a produtividade;
  • pesquisa sobre hardware/software, quando o profissional indica os componentes e softwares ideais para que você consiga exercer a sua atividade com desempenho;
  • elaboração de configuração ideal, processo em que é feito o projeto de sua máquina;
  • apresentação da proposta;
  • fechamento.
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Entenda a importância do pós-venda

Outra coisa importante que você deve focar na hora de escolher o fornecedor da sua workstation é o pós-venda. Como estamos falando de uma máquina robusta, com hardwares e softwares de primeira linha, é importante que a empresa esteja ao seu lado, mesmo após o fechamento das vendas.

Se for necessário fazer uma expansão, por exemplo, será preciso uma consultoria sobre as melhores opções para o seu caso, e ninguém é mais indicado para dar essas dicas do que quem montou a máquina, não é mesmo? Por isso, verifique como o é o atendimento da empresa e se os canais de comunicação estão abertos para atender os usuários, mesmo após a venda.

 

Não esqueça do suporte e garantia

As workstations são projetadas para aguentar grandes cargas de trabalho em um intervalo longo de tempo. Como os problemas nunca chegam com hora marcada, ter um suporte de qualidade é muito importante para não perder produtividade.

Você pode optar por uma garantia tradicional, em que você deve levar a máquina até a empresa, ou pela garantia on-site, na qual o fornecedor envia um profissional de suporte até o local onde o equipamento está.

A Razor, além entregar todos os requisitos citados neste conteúdo, oferece garantia on-site, e se compromete a substituir todos os componentes defeituosos, sem que o cliente tenha que lidar com os fornecedores separadamente. Essa centralização agilizará o suporte e manterá a sua produtividade.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha as bases para fazer a escolha de sua workstation para trabalhar. Lembre-se de que o primeiro passo é definir a atividade que você vai exercer com a máquina, para depois escolher os componentes. Se preferir, entre em, contato com uma empresa especializada, como a Razor, que está pronta para oferecer os recursos que você necessita para as suas tarefas.

Gostou do post? Quer saber como montar um workstation sob medida para a sua atividade profissional? Entre em contato conosco e descubra como.

 

 

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